Domingo, Março 7, 2021
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Raparigas moçambicanas pressionadas a casar devido aos efeitos económicos da pandemia

As raparigas moçambicanas sentem se mais pressionadas, pelos familiares, a casar cedo devido ao agravamento da situação económica provocada pela pandemia de COVID-19. A Plan International analisou a situação das raparigas em Moçambique no contexto da COVID-19, no quadro da “Avaliação Rápida das Necessidades de Género em Inhambane, Nampula e Sofala”.

As raparigas moçambicanas sentem se mais pressionadas, pelos familiares, a casar cedo devido ao agravamento da situação económica provocada pela pandemia de COVID-19. A Plan International analisou a situação das raparigas em Moçambique no contexto da COVID-19, no quadro da “Avaliação Rápida das Necessidades de Género em Inhambane, Nampula e Sofala”.

O estudo avança que muitas raparigas não vão regressar à escola quando o ensino for retomado, porque a prioridade da família é assegurar o casamento das filhas. O documento refere ainda que a COVID-19 está a afectar negativamente o acesso aos meios de rendimento, com o encerramento de alguns estabelecimentos e a diminuição de pequenos negócios e, consequentemente, o acesso aos alimentos. De acordo com a organização, as raparigas, nas zonas rurais, estão expostas aos riscos de infecção por COVID-19, pois têm a responsabilidade de procurar água potável longe de casa. Os papéis e responsabilidades das raparigas e das mulheres aumentaram, principalmente a carga de trabalho doméstico, com a eclosão da pandemia do novo coronavírus.

Moçambique é um dos dez países do mundo com maior prevalência de uniões prematuras e tem a segunda maior taxa na sub-região da África Oriental e Austral.

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