Terça-feira, Setembro 28, 2021
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Herança do curandeirismo em Moçambique

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Sons atípicos de tambores e cânticos altos, descrevem os locais onde muitos moçambicanos se refugiam em busca de tratamento tradicionais para resolver seus problemas de saúde e sorte; com a ajuda de médicos tradicionais designado curandeiros, ou ainda Nhanga.

Essas práticas já datam de muitos séculos, e embora enfrentem conflitos com a religião, continua uma crença que serve de ponte ou meio de contacto entre os vivos e mortos.

Acredita-se que os “poderes” que os curandeiros têm sejam entidades espirituais passadas, também chamados (chikuembo) em Moçambique, que através de um familiar se mantém vivo, com uma força além do normal. Ou seja, se numa Família alguém tiver esse dom, é conduzidas por estes espíritos a seguir a profissão, através de uma doença de chamamento que é, ao mesmo tempo, uma declaração de intenções por parte dessas entidades espirituais (antepassados) e uma ameaça de morte caso recusem submeter-se à eles.Também existem casos em que a possessão pode não ser familiar, mas sim de espíritos vagantes tratados por  vanguni  e outros que buscam morada.

Em algumas ocasiões, o próprio curandeiro antes de morrer escolhe em sua casa a pessoa que virá a lhe suceder, e mantém a esta como assistente, para “beber” mais do trabalho e lhe delega parte dos seus espíritos.

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