PMA preocupado com segurança alimentar em Cabo Delgado

O PMA destacou que necessita urgentemente de 4,7 milhões de dólares, por mês, para ajudar os deslocados e alertou que os alimentos podem reduzir a partir de Dezembro, se não houver financiamento adicional.

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O Programa Mundial da Alimentação (PMA) está preocupado com os conflitos e a deterioração da situação da segurança alimentar em Cabo Delgado, onde mais de 300.000 pessoas fugiram das suas casas e aldeias, abandonando as suas plantações e tornado-as totalmente dependentes de ajuda humanitária.

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O PMA destacou que necessita urgentemente de 4,7 milhões de dólares, por mês, para ajudar os deslocados e alertou que os alimentos podem reduzir a partir de Dezembro, se não houver financiamento adicional. A representante do PMA em Moçambique, Antonella D’Aprile, considerou a situação humanitária profundamente preocupante, sendo que o conflito e violência deixaram pessoas sem acesso a alimentos e meios de subsistência. Segundo D’Aprile, a crise torna-se ainda mais complexa com a pandemia de COVID-19. Ainda assim, segundo os cálculos da organização humanitária, cerca de 310 mil pessoas terão acesso a alimentos e apoio nutricional todos os meses, nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa. Informações do sistema de análise e monitorização da segurança alimentar FEWS NET revelam que as comunidades moçambicanas continuarão a enfrentar níveis de crise de insegurança alimentar, no início de 2021.

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