Sexta-feira, Maio 14, 2021
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Inhambane traça plano estratégico de turismo local

O Parque Nacional de Zinave está em processo de reanimação. Em 2016 foram realocados no parque 317 animais de variadas espécies. Um ano depois, mais 783 animais chegaram àquele parque. Em 2018, a área do santuário do mesmo parque passou de seis mil para 18 mil hectares.

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O Parque Nacional de Zinave está em processo de reanimação. Em 2016 foram realocados no parque 317 animais de variadas espécies. Um ano depois, mais 783 animais chegaram àquele parque. Em 2018, a área do santuário do mesmo parque passou de seis mil para 18 mil hectares.

Com a reabertura prevista para 2021, pretende-se atrair para Zinave investimento privado que potencie o turismo de interior.

Segundo o administrador do Parque Nacional de Zinave, António Abacar, está previsto, para este ano, o desenvolvimento de um plano estratégico de turismo, o qual prevê a concessão, no próximo ano, de três áreas para instalar estâncias turísticas no Zinave.

O governador de Inhambane diz que além de turismo de sol e praia, a província também pretender se fazer conhecer pelo ecoturismo.

De acordo com Daniel Chapo, ao potenciar Zinave pretende-se despertar e lembrar aos moçambicanos e ao mundo que as áreas de conservação da província, em particular o Parque Nacional de Zinave, desempenham um papel importante para o turismo de contemplação. E também constituem uma escola onde os jovens podem observar ao vivo os animais e as plantas que normalmente vêm pela televisão.

Para Daniel Chapo, a visão é tornar Zinave um autêntico destino turístico, estabelecendo a ligação entre o turismo de sol e praia costeiro e o turismo interior. A ideia visa ainda tornar a zona na primeira área de conservação a ser visitada a caminho dos parques transfronteiriços do Grande Limpopo.

“Assim, devemos nos próximos tempos promover o turismo doméstico com foco nos festivais provinciais e distritais e pacotes turísticos promocionais; classificar e restaurar o património histórico-cultural edificado e implementar os roteiros turísticos guiados e não guiados”, disse Daniel Chapo.

O governador falou ainda da necessidade de tornar a cultura num activo económico para a província, de modo que ela contribua para a “melhoria das condições de vida dos fazedores da arte e cultura”.

Daniel Chapo acrescentou que com estes desafios mobiliza-se a coragem de incentivar a criação de condições para consolidar o destino Inhambane no mapa nacional e internacional como referência incontornável para os visitantes da SADC.

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