Quinta-feira, Setembro 23, 2021
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História da zona centro de Moçambique

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Foi o ouro que determinou a fixação na costa do Oceano Índico, primeiro dos mercadores e colonos árabes oriundos da região do Golfo Pérsico, que era naquele tempo um importante centro comercial. Estes povos fundaram entrepostos na costa africana e muitos geógrafos daquela época referiram-se a um activo comércio com as “terras de Sofala”, incluindo a troca de tecidos da Índia por ferro, ouro e outros metais.

O ferro era tão importante que se pensa que as “aspas” de ferro em forma de X, com cerca de 30 cm de comprimento, que formam abundantes achados arqueológicos nesta região, eram utilizadas como moeda. Mais tarde, aparentemente esta “moeda” foi substituída por outra; tubos de penas de aves cheias de ouro em pó – os meticais cujo nome deu origem à actual moeda de Moçambique.

Os mercadores portugueses, apoiados por exércitos privados, foram-se infiltrando no império dos Mwenemutapas, umas vezes firmando acordos, noutras forçando-os contribuiu para o declínio do Império.

Apesar da sociedade moçambicana se ter tornado muito mais complexa, muitas das regras tradicionais do seu culto e suas influências e modos de organização ainda se encontram baseadas na linhagem.

Manica e Sofala, encontra-se no Centro de Moçambique, sendo um importante ponto de confluência nas ligações entre o Sul, o Norte e o Oeste, estas últimas através do corredor da Beira, uma via importante e muito antiga, para penetração no interior e países vizinhos.

É limitada a Norte pelas Províncias de Tete e Zambézia, a Sul por Inhambane e Gaza, a Oeste por Manica e o Zimbabwé a Leste por Sofala e pelo Oceano Índico.

O principal centro urbano é a cidade da Beira, erguida um pouco a norte da antiga cidade de Sofala, sobre terrenos anteriormente pantanosos junto a uma baía onde se localiza um dos principais portos do País e de África.

A Província de Manica encontra-se numa das zonas mais elevadas de Moçambique, sendo nela que nascem muitos dos rios que descem para Leste em direcção ao Índico. As etnias mais representativas são os Shona, Sena e Ndau.

Foi o ouro que determinou a fixação na costa do Oceano Índico, primeiro dos mercadores e colonos árabes oriundos da região do Golfo Pérsico, que era naquele tempo um importante centro comercial. Estes povos fundaram entrepostos na costa africana e muitos geógrafos daquela época referiram-se a um activo comércio com as “terras de Sofala”, incluindo a troca de tecidos da Índia por ferro, ouro e outros metais.

O ferro era tão importante que se pensa que as “aspas” de ferro em forma de X, com cerca de 30 cm de comprimento, que formam abundantes achados arqueológicos nesta região, eram utilizadas como moeda. Mais tarde, aparentemente esta “moeda” foi substituída por outra; tubos de penas de aves cheias de ouro em pó – os meticais cujo nome deu origem à actual moeda de Moçambique.

Os mercadores portugueses, apoiados por exércitos privados, foram-se infiltrando no império dos Mwenemutapas, umas vezes firmando acordos, noutras forçando-os contribuiu para o declínio do Império.

Apesar da sociedade moçambicana se ter tornado muito mais complexa, muitas das regras tradicionais do seu culto e suas influências e modos de organização ainda se encontram baseadas na linhagem.

Manica e Sofala, encontra-se no Centro de Moçambique, sendo um importante ponto de confluência nas ligações entre o Sul, o Norte e o Oeste, estas últimas através do corredor da Beira, uma via importante e muito antiga, para penetração no interior e países vizinhos.

É limitada a Norte pelas Províncias de Tete e Zambézia, a Sul por Inhambane e Gaza, a Oeste por Manica e o Zimbabwé a Leste por Sofala e pelo Oceano Índico.

O principal centro urbano é a cidade da Beira, erguida um pouco a norte da antiga cidade de Sofala, sobre terrenos anteriormente pantanosos junto a uma baía onde se localiza um dos principais portos do País e de África.

A Província de Manica encontra-se numa das zonas mais elevadas de Moçambique, sendo nela que nascem muitos dos rios que descem para Leste em direcção ao Índico. As etnias mais representativas são os Shona, Sena e Ndau.

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