Segunda-feira, Setembro 20, 2021
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Comandante da PRM orienta corporação a localizar grupo dissidente da Renamo

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O comandante-geral da polícia moçambicana orientou, hoje, as Forças de Defesa e Segurança a continuarem com operações para localização dos membros do grupo dissidente do principal partido de oposição acusado de protagonizar ataques no Centro de Moçambique.

“Continuem a procurar aquelas pessoas que ainda não se entregaram [ao processo de paz], os da suposta Junta Militar da Renamo. Continuem a procurá-los para que eles respondam à justiça e, alguns, depois disso, passarão para a Desmilitarização, Desarmamento e Reintegração [DDR]”, disse Bernardino Rafael, durante um encontro com membros da corporação no âmbito da visita à província de Sofala, no Centro de Moçambique.

A Junta Militar da Renamo, um grupo dissidente do principal partido de oposição chefiado por Mariano Nhongo, antigo líder de guerrilha, contesta a liderança da Resistência Nacional Moçambicana e as condições para a desmobilização decorrentes do acordo de paz, sendo apontada pelas autoridades como a responsável pelos ataques armados no centro do país que já mataram, pelo menos, 30 pessoas desde 2019.

O comandante-geral da polícia orientou as Forças de Defesa e Segurança a continuarem a garantir a segurança nas estradas da região, considerando a cooperação com as comunidades fundamental.

“Continuem em prontidão, controlem a livre circulação no troço Muchungue, Inchope e Caia”, frisou Bernardino Rafael, numa alusão aos troços mais afetados pelas incursões da autoproclamada Junta Militar da Renamo.

Nos últimos meses, vários membros influentes do grupo abandonaram as matas e juntaram-se ao processo de paz, mas o seu líder mantém as revindicações, acusando os desertores de traição.

Na quinta-feira, o líder da Junta Militar da Renamo ameaçou inviabilizar a governação de seis províncias do Centro e Norte de Moçambique caso seja ignorada uma carta de reivindicações alegadamente enviada às autoridades.

O acordo de paz em Moçambique foi assinado em agosto de 2019 pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, e pelo presidente da Renamo, Ossufo Momade, prevendo, entre outros aspetos, as condições do processo de DDR do braço armado do principal partido de oposição.

 

Fonte: Lusa

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